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Trabalho em equipe

O sucesso do tratamento de pacientes em consultórios odontológicos é certeiro ao profissional atento não somente aos dentes, mas ao conjunto dos músculos, das articulações temporomandibulares (ATMs) e de toda a dinâmica que a boca apresenta e, sobretudo, considerando que esta pertence a um corpo humano.

A odontologia é uma profissão que atua sobre os dentes. Estes, porém, não agem sozinhos. Ao contrário, são intimamente relacionados às ATMs, as quais possuem 25% de toda a sensibilidade do corpo humano. Ao alterar os dentes, não somente as ATMs e a dinâmica da boca serão modificadas, mas vai impactar, em série, a coluna vertebral, o tronco e os membros.

Esta inter-relação ocorre, pois as ATMs possuem uma conexão direta, no tronco cerebral, com os nervos que participam diretamente do controle do equilíbrio do corpo e das funções vitais.

Não tão simples quanto parece, o tratamento de um paciente dentro da odontologia irá envolver, invariavelmente, todas as áreas da saúde – a medicina, a fonoaudiologia, a educação física, a fisioterapia, a psicologia, etc. – integrando cada componente corporal a um complexo denominado ser humano.

A Clínica Diagnóstico Funcional Bucal está atenta aos componentes bucais, mas também participa ativamente no âmbito interdisciplinar, buscando a harmonia e o equilíbrio do paciente, em um planejamento integrado, proporcionando a saúde como um todo.

Ment-Mav-Cord

Cirurgiã Dentista Laura F. Bana

A odontologia é um punhado de amor e carinho misturado à ciência. Tudo aquilo que se pesquisa no meio científico deve ter o intuito primordial de beneficiar à população. Ora, tudo aquilo que se estuda deve ser aplicável à prática clínica, trazendo o bem-estar biopsicossocial do paciente antes enfermo.

Afinal, de quê serve uma escola senão prover subsídios ao aluno para que ele possa executar com êxito seus trabalhos?

Em meio a tantas técnicas para tratar de um doente, qual seria a melhor forma de promover a saúde? Não importa, pois é impossível excluir o fundamento básico da profissão cirurgiã-dentista.

Na odontologia, o nome que se dá a esta base de todo o conhecimento que finda o sucesso clínico é a oclusão. É triste, entretanto, deparar-se com uma classe de profissionais desta área que pouco se importa com este princípio, aquele que unicamente poderá retornar ao paciente o estado de saúde.

Portanto, é factível afirmar que não importa qual meio se utilize para tratar de um paciente, desde que não se exclua aquele fundamento que impera sobre esta profissão: o conjunto formado entre os dentes, os músculos, as articulações e o sistema nervoso, cada qual com sua função, produzindo, de maneira interdependente as atividades mais básicas que todo ser humano executa: a mastigação, a deglutição, a sucção, a respiração, a fonação e, sobretudo, o sorrir.

Com a mente, com as mãos e com o coração. São por estas palavras que a Faculdade de Odontologia de Piracicaba transforma todo conhecimento em uma arte exequível pelo clínico, atuando com amor ao próximo, respeitando o ser humano como uma unidade biológica, de único psico, inserido em seu meio social. É certo orientar pelo respeito da moral e da ética e basear a odontologia em fundamento, e justamente no mês de outubro em comemoração desta profissão tão bela, que se poderá construir uma classe de cirurgiões-dentistas os quais seguirão a finco esta área da saúde.

Reabilitação Oral

Cirurgiã Dentista Laura F. Bana

O que significa reabilitar uma boca? Com certeza trazer à tona as primordiais funções exercidas por ela.
A boca não está sozinha. Como parte de um mecanismo, compõe um complexo formado não somente por dentes que mastigam, mas também por músculos que contraem, articulações que movimentam e um centro nervoso que coordena todo este sistema.

A forma como os dentes se contatam – ou a chamada oclusão habitual – impõe às arcadas dentárias superior e inferior um posicionamento espacial. A mais perfeita oclusão, contudo, não tem valor funcional algum para o sistema bucal se, para ser estabelecido este contato dental, o centro nervoso precisar comandar uma atividade muscular anormal, levando uma situação articular incorreta.

De fato, a posição da arcada dentária imposta pela oclusão habitual deve ser tolerável pela musculatura e pelas articulações, dando conforto ao paciente nos aspectos mais básicos e funcionais da boca: a mastigação dos dois lados, a deglutição sem esforço e a fala articulada.

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Postura e Boca

Não é novidade que a postura corporal recebe atenção quer seja no trabalho, na escola, no esporte, no lazer ou até mesmo na hora de dormir.

Há alguns anos, ainda aluna na Faculdade de Odontologia de Piracicaba, já me fascinava a importância da oclusão em uma reabilitação; agora, como aluna de especialização em Pótese Dentária, conheço a íntima relação que os dentes possuem na postura da cabeça e pescoço.

Neste mês tive a oportunidade, junto à Dra. Denise Fernandes Barbosa, de incorporar aos meus conhecimentos a influência da postura corporal em relação à cabeça e pescoço – e vice-versa – e a importância desta intimidade na reabilitação de um paciente como um todo, seja iniciando o tratamento pelos pés, seja pela boca.

Nos dias 26 e 27 de maio na Universidade de Pernambuco, onde foi ministrado o curso teórico de Ortoposturodontia, pudemos aprender a interdependência da postura – tanto do corpo, quanto do pescoço e da cabeça – nas reabilitações orais e longevidade às mesmas, que proporcionará conforto e qualidade de vida ao paciente.

Durante as aulas, ficou ainda mais elucidado o critério de avaliação do paciente como um todo, associando exames simples como abertura e fechamento de boca, palpação muscular e equilíbrio da cabeça sobre o pescoço a exames corporais no diagnóstico preciso de alterações do sistema cranio-cervical e do sistema cranio-caudal, em multidisciplinaridade a outros profissionais da saúde, como osteopatas, fisioterapeutas e educadores físicos.

A clínica DFB conta com profissionais competentes no diagnóstico das disfunções crânio-cervicais e agora está integrando outras áreas da saúde na abordagem multidisciplinar do paciente, tratando-o como ser humano integrado.